A violenta força.
Dobrante de esferas.
Semelhante ao golpe.
Músculos enrijecidos.
A dor escurece.
Dorme n’alma.
Redescobre.
Crânios de titânio.
Fúria aquariana.
Sopro sanguíneo.
Nos dentes adormecem.
Apodrecem.
Dobrante de esferas.
Tão longe é o golpe.
Músculos distendidos.
A dor murmurece.
Aconchega-se n’alma.
Desvenda-se.
Domingo, Dezembro 11, 2005
Domingo, Dezembro 04, 2005
Ruína
Seguro o amor obscuro ente os dedos.
Escorre-me a luz pelo olhar.
Vim tocar de leve o espelho.
Cortar-me.
Estilhaçar-me.
Desordenar toda a poesia de criado mudo.
Sofre calado.
À meia luz.
Seus clichês.
Desorientar a cegueira vazia onde inexiste a paixão.
Seu elo.
Seu ego.
Seu objeto.
Conquistar-te desejando.
Ama-me quando não alcança.
Vastidão impossível.
Prenderei sua alma ao espelho.
Neste ambiente inóspito.
Domesticando suas vulgares emoções.
Amando-te.
Refletindo seu olhar.
Escurecendo a fábula aguda.
Pois sem mim há de fato o amor.
Porém menor singular desejo.
Escorre-me a luz pelo olhar.
Vim tocar de leve o espelho.
Cortar-me.
Estilhaçar-me.
Desordenar toda a poesia de criado mudo.
Sofre calado.
À meia luz.
Seus clichês.
Desorientar a cegueira vazia onde inexiste a paixão.
Seu elo.
Seu ego.
Seu objeto.
Conquistar-te desejando.
Ama-me quando não alcança.
Vastidão impossível.
Prenderei sua alma ao espelho.
Neste ambiente inóspito.
Domesticando suas vulgares emoções.
Amando-te.
Refletindo seu olhar.
Escurecendo a fábula aguda.
Pois sem mim há de fato o amor.
Porém menor singular desejo.
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