O espaço e’ essa pequena vida que esta’ em aspas,não sou um desenho de croquis desses artistas banais. Sou rascunho – escrevo, reescrevo – me insiro neste traço trajetória. Rivalizo com a memória, ela lúcida – eu, borrão. Cores não são cores, são inimigas da forma preta e branca que nasce do meu olho! (Recoloro) Nasce também da lágrima, percorre o rosto ( Redescubro ) – na face vivem cores numa só’ gota. Esgota. Choro nuances. Tudo evapora, ate’ o sólido do meu punho, ponho em questão esta pedra...soa a pedra líquida.
Eu + Mosh na mesa de um cafe'
Quarta-feira, Maio 17, 2006
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