A rebeldia de quem nada sabe
No embalo de um nó
No engano de um não
A cerca de um gheto
A esperança massificando sonhos
Sem territorialidade
Sem casa
Em frente a um muro sem camisa
Comércio ambulante da nova geografia
O obelisco solitário no meio-dia
Trabalhos impróprios entre ócios deslizantes
Mentiras high tech
Modernidade de arranha-céu
Escrevemos nossos corpos no espaço
Amores e pudores segregam desejos
A luta eterna do pertencimento
Ao que o olho vê e o coração não sente
As desmemórias diárias de um jovem
Pergunte ao eterno o que é revigorante
Volta ao pó num suspiro de si mesmo
E nada alivia o tempo ardente
E o que está
E o sub-controle
Escreve parte de uma memória
Circunscreve-se em 1m² de vida
Terça-feira, Dezembro 04, 2007
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