Domingo, Setembro 14, 2008

I am a cosmic dancer

Dois tempos

Pausa – proibição dançante

Coibição de sensibilidade poética

Culpa e progresso

Drama, carme, eletricidade

Ballet sem caos

Agulha no palheiro

Faísca da alma

Mais forte e melhor

Perigoso e fatigante

Destruidor e viciante

Fadista facultativo do amor

Olhos fascistas de terceiro mundo

O corpo soluciona o ócio

Como uma estrela cadente

Decadência de revolução astrológica

Big Bang diário

Revolução na terra

Como um rastro energético

Desastre sólido assimilado

A recriação dos mistérios

Os pés e a música

Atrito leva aonde for

For dentro, perto, longe, fora

A big hora

Não entristece músculos pulsantes

Sem biss

Self atômico

Centro cambiante de sinestesia

Sádico, puro, libertador

Memória ambulante da vida

Dúvida ejaculante

O parado é o que se move

O que se move é qualquer coisa

Do parado

Do movido

Do sempre estacionado

Sem pensar em olhar ao lado

Toma a rota expandida

Cegam-se dúvidas e dores

Desconstrói épico juízo

Amores pálidos, sonhos perdidos

Dança sem par

Devagar

Transpõe trajetória para voar

Tática cósmica

Sem parar

Das razões de ser e estar

Do que vem a chance não se sabe

Sabe do tempo do movimento

De um eterno deslocar

1 comentários:

Carlos Eduardo disse...

Deve, sem dúvidas, ter algo de muito literário nos seus fragmentos,
leio sempre umas três vezes.



http://putoanonimo.blogspot.com