Segunda-feira, Novembro 17, 2008

Minha estrada toda tenho agora

Sou só eu

Sou a luz de quem pode

Sou a sombra de quem chora

Meu fim e um sorriso

Dormindo no peito de quem amo

Por estar aprendi livremente

E ser tão longe – sinto somente

O não lido

O não quisto

Espontaneamente sou só eu

Minha estrada toda agora

Errei em vacilar pelo melhor

Mas não vacilarei futuramente

A semente do que me mantém acordado

Preservo o mundo cravado no meu coração

Um dia contarei mais dessas memórias

E não são poucas no presente feito

Miro o horizonte e aqueço o corpo

Nunca estarei sé em vão

Também me refaço dos pés ardentes

Toco o chão e volto ao passo

Levanto o olhar para o menino que fui

A esperança partida resulta em fábula

Edito sem temores meu flashback

Desarmo-me para novas armadilhas

Sigo pulsante á base de dinamite

4 comentários:

Paty Caetano disse...

nem apareceu no niver....

maria lutterbach disse...

meu herói!

bernardo rb disse...

t amo

Lucas dos Anjos disse...

bom demais!