Minha estrada toda tenho agora
Sou só eu
Sou a luz de quem pode
Sou a sombra de quem chora
Meu fim e um sorriso
Dormindo no peito de quem amo
Por estar aprendi livremente
E ser tão longe – sinto somente
O não lido
O não quisto
Espontaneamente sou só eu
Minha estrada toda agora
Errei em vacilar pelo melhor
Mas não vacilarei futuramente
A semente do que me mantém acordado
Preservo o mundo cravado no meu coração
Um dia contarei mais dessas memórias
E não são poucas no presente feito
Miro o horizonte e aqueço o corpo
Nunca estarei sé em vão
Também me refaço dos pés ardentes
Toco o chão e volto ao passo
Levanto o olhar para o menino que fui
A esperança partida resulta em fábula
Edito sem temores meu flashback
Desarmo-me para novas armadilhas
Sigo pulsante á base de dinamite